Domingo de Páscoa é uma daquelas datas que a gente nunca esquece, quando criança. Claro que por causa dos ovos de chocolate, distribuídos no dia conforme a tradição. Aqui em casa, meus pais faziam aquela brincadeira de esconder os ovinhos pela casa com o nome da gente escrito. Depois, era só sair procurando pelos lugares mais imprevisíveis: dentro da eletrola, no vaso de plantas, atrás de algum enfeite... Se encontrasse algum que não era meu, tinha que ficar quieto e deixar no lugar. Só valiam os que tinham o meu nome.
É verdade que hoje o tempo passa muito depressa, mas teve uma época, quando éramos crianças, em que ele passava bem devagar e essas comemorações faziam a nossa felicidade: dia das crianças, dia do aniversário, Natal, domingo de páscoa... Hoje, quando os ovos de páscoa atingiram uma qualidade super, com recheios de tudo quanto é coisa, cada um maior e mais delicioso do que o outro, fico pensando naqueles ovinhos de antigamente e me dá uma saudade gostosa em meio a certa melancolia. Porque agora, acredito, não deve ser mais tão comum, brincar de procurar pelos ovinhos. A criança de hoje anseia pelo maior e mais gostoso ovo de páscoa. Como resistir?
E no meio dessas lembranças envolvendo infância e ovos de chocolate, meus pensamentos se voltam para 15 anos atrás, quando nasceu minha sobrinha Luísa, filha de Marisa e Edmilson. Numa época de coelhinhos de páscoa, fomos brindados aqui em casa com uma linda gatinha de olhos azuis, que nos encheu a todos de felicidade. A mesma que hoje está na capa, já menina-moça e despertando para a vida. Beijos, linda!
Em maio a gente volta com a nossa Mãe do Ano. Boa Páscoa! !
terça-feira, 3 de abril de 2007
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